CARTAZ

O MANIPULADOR

APRESENTAÇÃO DE DOPPLER MÚSICA AO VIVO

Desde 2000 que é baixista e compositor de várias bandas alternativas (o que quer que isso signifique). Em 2010 decide fazer uma one man band com o nome "O Manipulador". O nome não tem história. Foi simplesmente o que escolheu numa determinada altura. Iniciou o projecto a solo com vários objectivos. Experimentar sonoridades novas. Explorar caminhos que não percorre habitualmente. Reinventar músicas de bandas de que fez ou faz parte. E montar um projecto que possa ser tão longo quanto a sua existência. Tem algumas regras de base. Não usa computador ao vivo. Só usa baixo, pedais, uma loop station e voz. Compõe de forma a que consiga reproduzir a estrutura da música ao vivo. Pontualmente quebra estas regras. Segue o lema "não tem de ser perfeito". Essencialmente quer divertir-se. Precisa de criar para se sentir vivo.

 

LOCAL: HOSTEL DES ARTS [COZINHA COMUNITÁRIA]

7 FEVEREIRO - 23h30

ENTRAVES

daniela miranda 

DANÇA CONTEMPORÂNEA 

Desde que te apoderaste de mim, que nunca mais me largaste. Será assim tão difícil desapareceres da minha cabeça? Será assim tão complicado deixares de me complicar? Porque teimas em jogar comigo? Porque teimas em me pôr à prova? Serei eu o teu brinquedo?

Deixas me à deriva sem saber como agir. Deixas-me na angústia do tentar sem conseguir prosseguir. Deixas-me no meio segundo de tempo entre o passado e quase presente. Deixas-me um passo atrás como se de um entrave te tratasses. Afinal é essa a designação que alguns te dão vida minha. Vida minha que não controlo, que não deixo ser o autor do desenredo. Vida minha que não será tão minha quanto pensava.

 

Entraves, é uma peça solista sobre os entraves que a vida nos coloca. Uma peça composta por tentativas e erros. Repetições e teimosia para a busca da plenitude.

Daniela Miranda  nasceu em Amarante no ano de 2000. Formou-se em Dança pelo Balleteatro Escola Profissional em 2018.  Ao longo do seu percurso académico , teve formação com Sónia Cunha, Flávio Rodrigues, Carlos Silva, Elizabete Magalhães, Cristina Planas Leitão, entre outros. Fez também formação em Dança no curso básico de articulado de dança no centro Cultural de Amarante Maria Amélia Laranjeira, 2015

Participou ainda como intérprete nos projetos: -“Montanha” de Tim  Yealland (Casa da Música, 2018); -“Entre Tempos” de Né Barros (Teatro do Campo Alegre, 2018); - “Soma” de Luis Marrafa (Centro recreativo da costa nova e Coliseu do Porto, 2017); -“Ram Man” de Catarina Miranda (Coliseu do Porto, 2017); -“Talking Lázaro” de Pedro Prazeres (Jardim São Lazaro e Serralves 2017); -“Angels” de Flávio Rodrigues e Joana Castro (Teatro Helena Sá e Costa, 2017); -“Novo Circo” de Carlos Silva (Coliseu do Porto, 2017); -“Beautifull Ones” de Elizabete Magalhães (Coliseu do Porto e Rivoli, 2016); -“Kairós” de Roges Doglas e Claudia Nawabasili (Coliseu do Porto, 2016).

Foi autor dos trabalhos :  - “Controla-me” (Mostra) em Escola Profissional Balleteatro, 2017; - “UGLY” (PAP) em Escola Profissional Balleteatro, 2018;

Participou em workhops como o de Oficina de Capoeira aplicada à Dança em Escola Profissional Balleteatro, 2016.

LOCAL SALA BMA [SEDE BANDA MUSICAL DE AMARANTE]

8 FEVEREIRO - 22H00

INKTOBER

HUGO TEIXEIRA

EXPOSIÇÃO DE DESENHO

Inktober, um Outubro inteiro, uma ilustração por dia. A ideia base é desenhar, desenhar todos os dias ou fazer uma maratona, usar tinta e de preferência usar uma palavra da lista oficial. Já é o terceiro ano que participo nesta espécie de movimento artístico criado por Jake Parker. O Inktober serve para criar hábitos positivos, crescer e melhorar enquanto artista, não ter medo de experimentar e ser consistente na sua criatividade. A exposição mostra o resultado da minha interpretação das 31 palavras da lista Oficial do Inktober 2019

 

Hugo César Ribeiro Teixeira nasceu a 1 de Setembro de 1980, em Amarante, em cuja escola secundária completou o 12º ano. É artista plástico e ilustrador freelance trabalhando para várias áreas e clientes dentro e fora do mundo da BD.

Impulsionado pelo gosto que sempre tinha tido pelo desenho, no 9º ano fez a sua primeira banda desenhada na disciplina de Português. Desde então, o seu currículo tem-se ampliado, com bifurcação para duas áreas, a das exposições e a da publicação das suas BD’s, maioritariamente usando o estilo da BD japonesa (vulgo manga).

Teve a sua estreia no BDJornal, nº 14, Ag./Set. 2006, com as bandas desenhadas "Os Monótonos Monólogos de um Vagabundo" e "Um Olhar", ambas de sua completa autoria (argumento e desenho). 

Em 2007 juntamente com a editora pedranocharco lançou o seu primeiro livro; Bang Bang que se tornou primeiro álbum manga editado em Portugal. Também desde 2007 que, com histórias curtas, participa em vários fanzines e jornais dedicados à BD

Com data de Outubro de 2011, a fazer duo com a argumentista Vidazinha, lançou o álbum Mahou Na Origem da Magia com a chancela das Edições ASA, uma editora do grupo LeYa.

Em 2013 lançou o segundo volume de Mahou: Perdidos no tempo na mesma editora.

No que se refere a exposições, participou no FIBDA - Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora; na Casa da Animação (Porto); Biblioteca Municipal Albano Sardoeira, de Amarante, e Fórum Romeu Correia em Almada.

GATILHO/PORTA 43 - AMARANTE

9 FEVEREIRO - 16h00

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